Mais que uma data simbólica, esses dois anos do Farol de Limeira, comemorados neste dia 18, representa a expressão mais evidente do pluralismo de ideias e da diversidade de temas, que aqui são tratados. Para o bem da democracia e do livre expressar do pensamento, quando se junto analistas, comentaristas, jornalistas e profissionais de outras formações, sem tolher-lhes as ideias e opiniões, esse é o caminho da informação. Que sai do emissor e chega ao receptor com a cara do analista.
O jogo de pensamentos e a balança ideológica é, e sempre será, a melhor forma de não fazer com que o comentarista se sinta excluído do grupo.
Posso não concordar com o que dizes, mas defenderei até a morte seu direito em dize-las. E, o mais importante de tudo isso, estará contribuindo para que não sejam divulgadas notícias falsas – ou mentirosas – tão a caráter daquele que pregam o caos.
O confronto de ideias e opiniões é a grande lição que se tira, até aqui, das edições diárias do Farol. Não há como dizer “sim”, sempre. E não como dizer “não”, mediante apenas a achismos. Sem argumentos fortes e, no mínimo, inteligentes.
E que venham mais dois, mais dois e sucessivamente outras dezenas de dois.
Afinal, um farol deve iluminar, sempre. E nortear os navegadores de turno. E nós, os faroleiros, estamos dispostos a isso.