As opiniões podem variar, mas o medo, em sentido geral, nos protege. Porém, a avaliação de riscos é necessária para indicar o melhor a fazer. O medo, em si, não deve ser um fator de paralisia e sobre a necessária superação, associada a mecanismos de autoproteção, impõe um desafio necessário e, em muitas vezes, estimulante.
Leilaní de Paula, treinadora física e comportamental, avalia até que ponto devemos manter o sinal de alerta ligado, e quando é necessário desligá-lo: “é natural enfrentarmos situações que nos trazem medo, porém devemos saber como manter as emoções menos automáticas, para que nossas decisões sejam rápidas, eficientes, porém, adequadas”. Ela esteve recentemente em uma estação de esqui e revelou, durante entrevista ao Farol Nacional, suas experiências.
A entrevista foi concedida do jornalista Roberto Lucato e será exibida nesta quarta-feira, dia 9, à partir das 19h.
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