Na Tribuna Livre da Câmara de Limeira, foram abordados quatro temas na sessão ordinária desta segunda-feira (23): Reforma Luterana, 1º Simpósio de Conscientização e Combate ao Câncer de Mama, acesso à Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA), valorização do plano de carreira de forma ampla e integrada na educação.
A primeira a falar, a pastora Elfie Rehbein discorreu sobre a Reforma Luterana e as contribuições da reforma para a sociedade, seja na educação, na economia, na política, na construção de dignidade para a população. Falou ainda dos 150 anos da igreja no bairro dos Pires.
Poliana Ribeiro, falando em nome do coletivo Mulheres Rosas, explicou sobre a luta do grupo de acolhimento, que briga pela vida e pelo tratamento do câncer. São 50 mulheres que integram o Mulheres Rosas. Ela convidou os vereadores para participarem, no dia 27 de outubro (sexta-feira), do 1º Simpósio de Conscientização e Combate ao Câncer de Mama, organizado pelo grupo com apoio da Escola Legislativa Paulo Freire e do gabinete da vereadora Isabelly Carvalho (PT).
Representando o grupo Inclusão, José Milton Rodrigues de Melo falou sobre a prevalência do autismo e sobre o acesso à Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA). Ele citou duas proposições em tramitação na Casa: o Projeto de Lei Nº 71/2023, dos membros da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Doenças Raras, institui as diretrizes Municipais de Educação Especial para a Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo; e o Projeto de Lei Nº 195/2022, do vereador Betinho Neves (PV), dispõe sobre a utilização do “Símbolo Universal de Acessibilidade da Organização das Nações Unidas”.
Por fim, Rosa Maria Gonçalves, defendeu avanços no plano de carreira de forma ampla e integrada, não somente para a equipe de gestão, mas também para professores. Apresentou dados sobre o impacto do aumento progressivo para coordenadores, vice-diretores, diretores e ADE em relação aos professores. “Nós professores temos um problema em comum com o pessoal de suporte pedagógico: a defasagem, a desvalorização; se está ruim para eles, para nós está muito mais”, citou, ao argumentar que é preciso valorizar todo o quadro e não de uma parte da tabela salarial da educação.