De crise em crise, o Brasil tenta se equilibrar. Crise política, criada e estimulada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido); crise sanitária, essa sem controle por que é planetária. Ou melhor, uma pandemia, apesar de o governo pouco ter feito para minimizar seus efeitos e, agora, a crise hídrica. Lembranças, como mostrou o editorial do Farol de Limeira, do primeiro apagão lá em 2001 e suas consequências políticas. A diferença, hoje, é que o governo está perdido, o ministro das minas e energia vem pedir para se usar menos o chuveiro e o ferro elétrico – coisa que já está sendo feita, mesmo por conta da crise hídrica. Naquele, de 2001, as medidas foram tomadas rapidamente, não o evitou, mas pelo menos a população era sempre informada. Agora é um batendo cabeça com o outro e uma nova bandeira, a da escassez hídrica, com R$ 14,80 na conta, cada vez que o consumo passar dos 100 kWh…
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