A esperada chuva que finamente se impõe em nossa região nos fez esquecer uma situação que, para os mais antigos, foi mais danosa. Há dois dias, outra chuva, da fuligem, sujou quintais, roupas no varal e tornou ainda mais pesado o ar que respiramos. Não saberia dizer, ao longo destas cinco décadas alcançadas por minha memória, quantas matérias li a esse respeito, remontadas a um período no qual os cortadores de cana eram mais presentes no campo. O que mais impressiona é que, neste período, mais exatamente após a Conferência do Clima realizada em 1992, no Brasil, o controle da degradação ambiental se inseriu definitivamente na agenda mundial. E não é possível crer que ainda sobreviva a audácia do setor canavieiro com suas queimadas criminosas. Cada vez mais, não somente apelos, mas, metas antipoluidoras estão inseridas entre as nações, menos no estado de São Paulo. Será que essa chuva negra não cai na casa de fiscais? E quanto aos dorminhocos da Assembleia Legislativa paulista, nada fazem além de oferecer cargos e sorrisos mentirosos em suas redes sociais? Certamente nosso planeta irá se esgotar, um dia, e certamente estará coberto de fuligem.
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