Desde que a popularização das chamadas midas sociais estabeleceu conexões improváveis e um fórum permanente de exposições difusas, se o jornalismo perdeu um pouco de seu protagonismo ou, como chegam a afirmar alguns, o monopólio da informação, por outro lado nunca foi tão necessária a luz do conhecimento.
E conhecer não se trata apenas de saber o que é real o não, elementos fundamentais para a tomada de decisões, mas aprender a conviver com opostos, observar pontos de vista diferentes para formar, assim, julgamentos multifocais. Quando criado, na primeira quinzena de dezembro 2020, o projeto “Farol” foi concebido dentro destas concepções. Ou seja, de se colocar, dentro do segmento de mídia limeirense, como uma referência informativa e analítica, cujo lastro é fincado na formação dos profissionais que o compõe.
Por isso, desde o dia 18 de dezembro de 2021, quando foi ao ar pela primeira vez, o “Farol” despertou grande curiosidade por sua proposta inovadora, dinâmica e plural. Durante os últimos vinte e quatro meses, dezenas de expoentes em suas profissões transmitiram, através de nossos programas e demais plataformas de comunicação, aquilo que nos é muito caro: seus ensinamentos. Navegando entre suas diversas editorias, o Farol segue atualizando e pautando diversos segmentos, com a característica de se reciclar, sempre, em busca de conteúdos originais e relevantes. Procurando enxergar as entrelinhas da notícia, o código secreto que baliza movimentos políticos, econômicos, esportivos e de toda a natureza saliente ao interessa social. Definitivamente, é com esse espírito que estamos alcançando nossos objetivos, levando luz e inspiração àqueles que assistem, com enorme perplexidade, um debate ideológico que, erguido à condição de notícia, abre a perigosa estrada do radicalismo. O confronto de ideias é, sim, saudável e construtivo, mas em padrões de civilidade e respeito às posições contrárias. Porque pensar é essencial; impor um pensamento é facultativo, e quem assim age se manifesta somente para os seus.
Nossa dinâmica requer, portanto, dois pilares essenciais: a verdade objetiva dos fatos e sua contextualização como interesse social.
Em resumo, o clarão do conhecimento. A todos que, nos últimos dois anos, fizeram parte desta construção, nossa profunda gratidão e votos de profícua permanência neste projeto, que faz da arte de pensar um exercício cotidiano. Em busca de saídas, alternativas e soluções que tornem a nossa existência mais contributiva, humana, solidária e porque não esperar isso, feliz. Vida longa, Farol de Limeira!