Por uma questão de necessidade imediata, o prefeito Mário Botion visitou a Câmara Municipal no início da semana. Afinal, o chefe do Executivo depende de votos para contrair um empréstimo de aproximadamente 160 milhões junto à Caixa Econômica Federal, e assim concluir uma série de obras, entre as quais reformas, espalhadas pelo município. Para quem não obteve maioria na votação dos 20 milhões ao transporte coletivo, Botion terá um desafio ainda maior porque, na verdade, se o empréstimo aparenta ser necessário, caso aprovado transformará o município em um imenso canteiro de obras, muito apropriado se pensarmos em visibilidade eleitoral. Portanto, os vereadores devem avaliar não apenas a capacidade de endividamento da cidade, mas o quanto fortalecerão o prefeito para construir sua base de sucessão. E isso envolve, naturalmente, aspirações individuais dos próprios edis, ou seja, uma avaliação que deve levar em conta quesitos técnicos e políticos. Não será fácil. Botion é um ex-vereador e sabe como é complexa esta cadeia de convencimento, a começar pelo diálogo e terminar pelo atendimento de pedidos. Com a palavra, os edis, diante dos quais se apresenta esta enorme provocação.
Colunistas
Últimas Notícias
- Seleção Feminina jogará pela primeira vez no Beira-Rio, em Porto Alegre
- ACIL promove o Vem pra Praça e movimenta o Centro de Limeira neste sábado
- Dia das Crianças: oficinas e caça ao tesouro trazem diversão em Limeira
- Belém se prepara para receber o Círio de Nazaré
- Brasileirão: Rodada de clássicos movimenta fim de semana
- Clube América do Rio é declarado patrimônio do estado